O homem, ao longo de sua vida, junta coisas, cria idéias, amealha o seu quinhão de recompensas. A isso ele atribui valor, valor que no inventário feito por outros não é real, pois não sabe o quanto sacrifício e quanta emoção foi despendido para conseguir aquele patrimônio. A dor da separação, desses bens, causa sofrimentos, sofrimentos que aniquilariam a beleza da vida, a alegria de viver. Não pense que a vida vale menos que um tênis surrado! Ela vale muito mais, vale a dignidade, vale o respeito. Como se ver, após não defender as idéias criadas ao longo da vida? Não defender o direito sagrado de ter? O homem pode concordar que o que se tem, tem pouco valor para outros, mas tem todo o direito de defender, até a morte, o que lhe pertence.
Acabei de ler o seu livro É tempo de falar em público", gostei mundo, pois o que você escreve fala direto ao nosso íntimo, nos obrigar a fazer uma reflexão de nossos paradigmas e nos inclui em um mundo que até então nos julgava só. Parabéns e obrigado por nos ajudar na quebra de barreiras erguidas durante a nossa vida.
Acabei de ler o seu livro É tempo de falar em público", gostei mundo, pois o que você escreve fala direto ao nosso íntimo, nos obrigar a fazer uma reflexão de nossos paradigmas e nos inclui em um mundo que até então nos julgava só. Parabéns e obrigado por nos ajudar na quebra de barreiras erguidas durante a nossa vida.